DIREÇÃO GERAL
Profissões perpétuas
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Sc. Dang Thanh Sang Dominic |
Ho Chi Minh City/VN |
20.04.2026 |
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Sc. Ronaldo Mateus Mulima |
Chitima/MO |
26.04.2026 |
Ordenações
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Olupot Christopher |
Mukongoro/UG |
06.04.2026 |
Obra do Redentor
Maio: 01 – 15 ET; 16 – 31 I
Junho: 01 – 07 ER; 08 – 15 LP; 16 – 30 P
Intenções de oração
Maio – No mês em que celebramos o 60.ºDia Mundial das Comunicações Sociais, rezemos para que todos os agentes de comunicação da Família Comboniana saibam contar a beleza que habita o mundo com histórias positivas que edificam e dão esperança. Rezemos.
Junho – Perante a crescente polarização social e política, os conflitos e as guerras do nosso mundo, que o Senhor nos ajude a ser construtores de pontes e não de muros, para que o amor prevaleça sobre as barreiras que procuram dividir-nos. Oremos.
Calendário litúrgico comboniano
MAIO
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30 |
Último sábado do mês: Bem-Aventurada Virgem Maria, “Nossa Senhora do Sagrado Coração” |
memória |
JUNHO
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12 |
Sagrado Coração de Jesus, Titular do Instituto |
Solenidade (Togo-Gana-Benim) |
Data comemorativa
MAIO
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2 |
S. Atanásio, bispo e doutor da Igreja |
Egito |
JUNHO
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1 |
Aniversário da fundação do Instituto |
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3 |
São Carlos Lwanga e companheiros, mártires |
Uganda |
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5 |
São Bonifácio, bispo e mártir |
Memória DSP (Tirol do Sul, Áustria, Alemanha) |
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13 |
Coração Imaculado da B-A Virgem Maria |
memória |
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23 |
Sábado antes de Pentecostes Virgem Maria, Rainha dos Apóstolos |
memória |
Publicações
Jorge Carlos Naranjo Alcaide, Comboni’s Dream – The Educational Mission of the Comboni Missionaries in Sudan, (“O sonho de Comboni – A missão educativa dos missionários combonianos no Sudão”) é o título de um livro recentemente publicado no Cairo pelo Comboni College of Science and Technology, 2026, 253 páginas.
O autor, um sacerdote missionário comboniano espanhol, descreve o desenvolvimento de um estilo de missão cristã – iniciado por Daniel Comboni no Sudão – que dá prioridade ao diálogo inter-religioso e se insere na história e na cultura de um país de maioria islâmica.
As escolas combonianas no Sudão surgiram em simultâneo com a introdução do ensino moderno no país. O seu desenvolvimento, portanto, faz parte da história da educação sudanesa. Uma dessas escolas, o Comboni College, é uma instituição educativa com características únicas na história dos missionários combonianos e do Sudão.
A narrativa acompanha o desenvolvimento deste laboratório de convivência inter-religiosa, de evangelização e de promoção do desenvolvimento sustentável, passando da terceira para a primeira pessoa a partir do capítulo 5, quando o padre Jorge Carlos se torna testemunha direta e protagonista dos acontecimentos. O educador encontrará no livro pontos de reflexão sobre o impacto que o contexto pode ter na prática educativa e na própria compreensão do conceito de educação, inserido numa tensão dialética entre os valores de um modelo islamizante e arabizante e aqueles baseados na tradição cristã. Essa tensão suscita uma questão: qual deve ser o objetivo da prática educativa de uma escola católica? O estudante de ciências da educação encontrará no livro uma experiência concreta de integração das diversidades culturais, sociais e étnicas. O historiador, por sua vez, encontrará um testemunho de acontecimentos que marcaram profundamente a história do Sudão. O missiólogo deparar-se-á com uma experiência concreta de anúncio do Evangelho num contexto de maioria islâmica. O crente, por fim, tomará conhecimento de um testemunho da dedicação e do amor de numerosos missionários e de muitas pessoas que, ao longo de quase um século, consagraram a sua vida à educação de gerações de jovens, num contexto marcado por contínua instabilidade e fortes pressões políticas, incluindo a guerra ainda em curso.
Padre José Javier Parlade, El Pan Compartido, publicado pela AMSUDAN, segunda edição, fevereiro de 2026, pp. 152.
O padre José Javier Parlade, missionário comboniano natural de Sevilha, passou toda a sua vida a levar o Evangelho a zonas com um elevado índice de perseguição religiosa, como o Sudão e o Sudão do Sul, de onde nunca quis regressar. Apenas o início da guerra no Sudão e a idade avançada o obrigaram a partir e mantêm-no atualmente em Espanha. Em abril de 2023, quando teve início o conflito que já dura há quase três anos, foi um dos espanhóis evacuados por via aérea.
O livro reúne as principais etapas da sua vida, inteiramente dedicada à missão em zonas duramente atingidas por conflitos bélicos, fome e perseguição religiosa. Chegou lá em 1972 e permaneceu durante 52 anos.
Com uma narrativa fluida, rica em anedotas comoventes, o livro convida-nos a acompanhar o padre José nas suas vicissitudes: desde os primeiros passos em terras desconhecidas até às grandes conquistas que só uma dedicação desinteressada pode alcançar. Cada página é um apelo à força da solidariedade. As receitas deste livro serão inteiramente destinadas às missões no Sudão, apoiando os mais necessitados através do trabalho da ONG de inspiração católica Amsudan.
ÁSIA
Profissão perpétua do escolástico Dang Thanh Sang Dominic
O passado dia 20 de abril foi um dia de alegria para a nossa delegação da Ásia: o segundo escolástico vietnamita comboniano, Dang Thanh Sang Dominic, emitiu os votos perpétuos, consagrando-se a Deus para a missão por toda a vida. A cerimónia teve lugar na comunidade do Beato André de Phú Yên, em Ho Chi Minh City. A família e os parentes de Dominic vieram da sua província de origem, no Delta do Mekong, juntamente com o seu pároco e outros sacerdotes amigos, para partilhar a alegria da nossa comunidade. A celebração decorreu em língua vietnamita e foi presidida pelo padre Dang Khoa Nguyen Van Tien (Peter), o primeiro sacerdote comboniano vietnamita, ordenado no passado dia 14 de março. O padre Rocco Bettoli, superior da comunidade, foi o delegado encarregado de receber os votos.
Os primeiros frutos da nossa presença no Vietname começam a surgir, e todos esperam que possam enriquecer a missão ad gentes do nosso Instituto. Agora aguardamos com alegria a ordenação diaconal de Dominic Sang! (Padre Aguilar Sánchez Víctor Manuel, mccj)
EUROPA
Encontro dos responsáveis pelos meios de comunicação na Europa
Nos dias 27 e 28 de abril, os diretores dos meios de comunicação combonianos na Europa reuniram-se na sede da Cúria Geral, em Roma, para o seu encontro. Estiveram presentes: pela Espanha, os padres Bayo Mata Enrique e Armada Díez de Rivera Rafael (Mundo Negro e Aguiluchos); por Portugal, o irmão Bernardino Dias Frutuoso (Além Mar, Audácia, Família Comboniana); pela Polónia, o irmão Pomykacz Jacek Andrzej (Misjonarze Kombonianie e MINI Kombonianie); pela Província de Londres, o padre Carmine Curci (Southworld); pela Província de língua alemã, o padre Markus Lorenz Körber (Kontinente e Solidarisch); pela Itália, os padres Giuseppe Cavallini (Nigrizia) e Aurelio Boscaini (Il Piccolo Missionario e Azione Missionaria/Missionari comboniani); pela Direção Geral, o padre Arlindo Ferreira Pinto (diretor do Gabinete de Comunicação).
Ausências justificadas: o padre John McGuire Downey (Comboni Mission), da Província de Londres; o irmão Alberto Lamana, da direção geral; e o padre José Antonio Mendes Rebelo, provincial de Portugal e responsável europeu pelo setor dos meios de comunicação.
A manhã de 27 de abril começou com uma sessão de formação. Participou remotamente Marco Damilano, jornalista do diário Domani e, há alguns anos, apresentador do programa Il Cavallo e la Torre – “A política, os poderes, as pessoas do nosso tempo” – na Rai 3, em horário nobre. Foi pedido a Marco que falasse sobre “A inteligência artificial e as suas implicações no futuro da imprensa”. A IA representa uma oportunidade, mas acarreta também o risco de uma nova forma de colonização, uma vez que se baseia predominantemente em conteúdos gerados no Norte global. Daí a importância da cobertura noticiosa por parte de testemunhas que vivem no Sul do mundo, como os missionários.
A segunda parte da manhã foi conduzida pelo padre Angelo Giorgetti sobre o tema da sustentabilidade como horizonte ordinário para toda a programação. O padre Angelo fez referência aos n.ºs 35 e 36 das Atas Capitulares de 2022: «A sustentabilidade do Instituto depende da capacidade de cada um de partilhar tudo o que é e tem, mesmo que aparentemente insignificante. O cerne de um plano de sustentabilidade é dar o melhor de si, a própria vida, o próprio trabalho como fruto de uma profunda conversão» (35); «Sonhamos com um Instituto sustentável do ponto de vista económico, social e ecológico, graças à Providência e a um plano de sustentabilidade eficaz» (36). A sustentabilidade mantém-se se cada membro do Instituto se sentir e viver como um missionário que, tal como na comunidade cristã primitiva, põe tudo em comum.
O debate que se seguiu à intervenção do padre Angelo pôs em evidência as dificuldades financeiras que todas as revistas estão a atravessar – dificuldades ligadas também à constante diminuição das assinaturas em papel –, mas sublinhou também a importância da revista impressa, que fideliza o leitor e assegura recursos económicos. Daí um compromisso renovado em procurar fontes alternativas de financiamento, sempre com vista à sustentabilidade.
Importante, no desenrolar do encontro, foi a presença do padre Luigi Codianni, superior geral, que regressou da assembleia provincial da República Democrática do Congo na manhã de terça-feira, dia 28. O padre Luigi sublinhou a importância do trabalho que as revistas podem desempenhar para apoiar a transição pedida pelo Capítulo Geral de 2022 rumo à formação de macrorregiões e a uma nova identidade comboniana baseada na ministerialidade, na qual a dimensão do carisma (compromisso ad gentes e ad pauperes) é narrada através dos testemunhos da vida missionária.
O encontro foi também uma ocasião para os diretores partilharem as suas experiências, fazerem um balanço do que se realiza nas diferentes províncias e sublinharem a importância de um intercâmbio regular de informações e projetos, de trabalhar em conjunto e de levar por diante uma linha comum das nossas revistas e das outras plataformas digitais em que estamos empenhados como combonianos. Seguindo o exemplo do Fundador, isto implica tanto a denúncia do mal (por exemplo, o sistema armamentista), como – e sobretudo – o empenho em prol dos valores do Reino (justiça, paz, opção pelos mais pobres…), que desde sempre dão sentido à presença dos combonianos na Igreja. (Padre Elio Boscaini, mccj)
RD CONGO
Exercícios espirituais em Kisangani
De 13 a 18 de abril, cerca de trinta missionários combonianos, provenientes de diversas comunidades da província da RD Congo, reuniram-se em Kisangani para um «tempo de pausa». Para estes homens, habi-tuados ao ritmo intenso do apostolado, os seis dias de exercícios espirituais foram muito mais do que uma simples pausa: foram um verdadeiro regresso às origens. Tratou-se, aliás, do primeiro encontro desta envergadura desde a assembleia de fevereiro de 2023 em Kinshasa.
No ambiente acolhedor da casa «São José», o tempo pareceu suspenso, capaz de oferecer um espaço privilegiado para curar as feridas, reler o caminho percorrido e deixar que a Palavra de Deus fecundasse novamente os corações. Acompanhados pela sabedoria do padre Ntima Nkanza, jesuíta congolês, os confrades foram conduzidos ao cerne da oração do salmista: «Ensina-nos a contar os nossos dias» (Salmo 90,12a).
Durante a sua pregação, o padre Ntima soube tocar os presentes na sua humanidade com palavras simples e incisivas. A sua reflexão, centrada na metáfora do canto, impressionou profundamente. «A nossa vida é um canto», insistiu: «um canto polifónico, no qual Deus é o primeiro solista, aquele que entoa a melodia da nossa existência. Cantamos para nós próprios. Mas também os outros cantam por nós, com a sua presença, o seu apoio e o seu testemunho».
O jesuíta ofereceu também uma visão realista, recordando que a vida missionária nem sempre é um caminho fácil: «Por vezes, os outros cantam mal, lançando sobre nós descrédito, críticas ou preconceitos». Estas notas desafinadas, longe de serem um fracasso, tornam-se um desafio à caridade. O convite dirigido a cada um foi o de harmonizar o canto da própria vida, para lhe devolver a melodia certa. Esse ensinamento ressoou como um bálsamo sobre as muitas fadigas acumuladas, recordando que a paz não nasce da ausência de conflitos, mas da capacidade de sintonizar o próprio coração com o de Cristo.
Entre ensinamentos, partilhas espirituais e oração pessoal, os exercícios reconstruíram um tecido de comunhão com Deus e entre os confrades. Os participantes redescobriram assim que, no tumulto dos desafios da província da República Democrática do Congo, o canto da sua vida continua a ser precioso. E saíram desses seis dias não só com algumas «boas intenções», mas também com uma certeza profundamente enraizada: se Deus é o compositor da história de cada um e do Instituto, cabe a cada um, com humildade e perseverança, ser o seu intérprete mais fiel. Os seis dias não serviram apenas para repor as forças; representaram também uma etapa de preparação para a assembleia provincial, na qual se reuniram com cerca de vinte confrades para abordar os temas mais importantes da vida da província.
Todo o grupo sentiu-se em comunhão com todo o Instituto, graças também à presença do padre Luigi Codianni, superior geral, e do padre Elias Sindjalim, assistente geral encarregado da África francófona. (Padre Romain Tollet, mccj)
Assembleia provincial – Encarar os desafios com lucidez e esperança
«A vossa presença nas diversas dioceses da República Democrática do Congo é uma página viva da história da salvação na nossa Igreja local e um testemunho de fidelidade à intuição missionária de São Daniel Comboni: “Salvar a África com a África”», declarou D. Marcel Utembi, arcebispo metropolitano de Kisangani, a 20 de abril de 2026, por ocasião da abertura da assembleia provincial dos missionários combonianos na Casa «São José», em Kisangani.
Em nome dos bispos das dioceses onde estamos presentes, D. Utembi agradeceu-nos pela nossa dedicação e empenho, sobretudo nas zonas periféricas: «Em muitos casos, foram vocês os pioneiros da evangelização em áreas de difícil acesso… Com o vosso zelo apostólico, anunciaram Cristo com perseverança e coragem; deram vida a comunidades cristãs vivas, inculturando a fé nas realidades locais».
O arcebispo convidou-nos a orgulharmo-nos da riqueza do carisma comboniano, que nos impele a empenhar-nos na formação de catequistas, de sacerdotes diocesanos, de religiosos e religiosas, e de leigos, bem como a trabalhar em prol do povo congolês nos domínios da saúde, da educação, da pastoral ecológica, etc.
Mons. Utembi exortou-nos, por isso, a encarar os desafios atuais com lucidez e a enfrentá-los com esperança, em colaboração com o clero local. Além disso, convidou-nos a ser «artesãos da sinodalidade», a investir na formação aprofundada (com especial atenção pastoral aos jovens), a reforçar a presença nas periferias, a promover a justiça, a paz e a salvaguarda da criação, e a testemunhar uma vida comunitária autêntica.
Por fim, Mons. Marcel desejou-nos uma assembleia provincial frutífera, ocasião para fazer memória em conjunto, reler em conjunto o caminho percorrido, discernir em conjunto e abrir novas perspetivas para a ação missionária.
Durante a assembleia, que terminou na sexta-feira, 24 de abril, os combonianos da República Democrática do Congo beneficiaram do acompanhamento do padre Luigi Codianni, superior geral, e do padre Elias Sindjalim, assistente geral encarregado da África francófona. A sua presença foi um sinal de unidade e de comunhão com todos nós, e também de encorajamento na nossa missão comum: anunciar o Evangelho aos mais pobres, inspirados pelo carisma de São Daniel Comboni. (Irmão Kakule Silusawa Lwanga, mccj
EGITO/SUDÃO
Egito – Celebração da mistagogia pós-batismal junto aos túmulos dos mártires em Alexandria
Sexta-feira, 17 de abril – segundo o calendário oriental, a ocasião coincidia com a semana in albis – os mais de 150 sudaneses adultos que receberam o batismo durante o Sábado Santo nas diversas paróquias do Cairo partiram em peregrinação para Alexandria. A guiá-los estava Mons. Claudio Lurati, vigário apostólico de Alexandria, o único bispo de rito latino no Egito.
Durante a peregrinação, cada neófito depositou a túnica branca recebida no batismo sobre o altar de Santa Sabina, mártir, no interior da igreja de Santa Catarina, para depois receber do bispo o mandato de continuar o seu caminho de fé com alegria e generosidade, seguindo o exemplo dos mártires.
Numa época em que os migrantes enfrentam enormes dificuldades no seu percurso de integração, esta peregrinação de 200 km a partir do Cairo representou um momento de grande encorajamento.
Tal como os discípulos de Emaús, sabemos que não estamos sozinhos neste caminho.
Líbano – Renovação dos votos dos escolásticos
Aproveitando o cessar-fogo momentâneo, no dia 25 de abril, festa de São Marcos Evangelista, os sete escolásticos combonianos da comunidade de Beirute renovaram os votos na presença do provincial do Egito-Sudão, padre Diego Dalle Carbonare.
A vida no Líbano parece retomar-se após semanas de tensão, com a imposição de um recolher obrigatório que – esperamos – possa pôr fim aos bombardeamentos, que foram muito intensos sobretudo no sul da capital e do país.
Cinco dos sete escolásticos que renovaram os votos estão a concluir os estudos teológicos. Acompanhamo-los com a nossa oração e amizade, enquanto alguns se preparam para o serviço missionário e outros para os votos perpétuos. Que o Senhor abençoe as suas próximas missões com a paz e faça deles missionários de paz e reconciliação na província do Egito-Sudão e em todo o mundo.
ETIÓPIA
Assembleia anual
De 21 a 24 de abril, os missionários combonianos que trabalham na Etiópia reuniram-se para a sua assembleia provincial, na sede de Hawassa. Estavam presentes vinte e um confrades, provenientes das oito comunidades que compõem a Província: Gilgel Beles e Gublak (entre os gumuz), Adis-Abeba (sede provincial e postulantado), Hawassa (centro de animação missionária e vocacional), Daye (entre os sidama) e Qillenso e Haro Wato (no território Guji). Apenas dois estavam ausentes.
Havia dois «convidados» especiais: o irmão Alberto Lamana, conselheiro geral que «acompanha» as províncias africanas anglófonas e a de Moçambique, e o padre Franck Mandozi, da comunidade de Kosti, no Sudão, em representação da Província Comboniana do Egito-Sudão.
Participaram também na assembleia Mons. Merhakristos Gabezayehu, vigário apostólico de Hawassa, ordenado bispo em fevereiro de 2025, e a Irmã Weynshet Tadesse, responsável pelas Irmãs Missionárias Combonianas na Etiópia. Mons. Merhakristos presidiu à Eucaristia de quinta-feira, dia 23, no encerramento dos trabalhos do dia.
A manhã do primeiro dia foi dedicada à formação permanente. O irmão Lamana apresentou uma reflexão aprofundada sobre a comunidade missionária na era digital e sobre o desafio do tecno-capitalismo. Entre outras coisas, afirmou: «A Internet está em todo o lado e faz parte da nossa vida quotidiana. Pode ter um impacto negativo na vida comunitária e na qualidade da missão que realizamos». Ao seu discurso seguiram-se trabalhos de grupo sobre a utilização da Internet pelos missionários, sobre a possibilidade de uma missão digital, sobre as oportunidades e os riscos que esta acarreta, e sobre as boas práticas neste âmbito. Após a sessão plenária, o irmão Lamana apresentou uma segunda intervenção sobre o funcionamento da Internet e sobre como esta deve ser utilizada de forma segura e correta.
À tarde, o padre Asfaha Yohannes, superior provincial, apresentou o relatório sobre a situação da província, oferecendo uma visão otimista da circunscrição. A província está a crescer em termos de vocações locais e graças aos novos missionários que lhe foram atribuídos pelo conselho geral. Do ponto de vista do pessoal, a Etiópia é uma província bastante jovem e internacional. O padre Asfaha sublinhou o facto de que «a assembleia provincial é uma grande oportunidade para ouvir o Espírito Santo e ouvir-nos uns aos outros». Os trabalhos do dia concluíram-se com a Eucaristia, presidida pelo padre Chávez Ixchacchal Mynor Rolando, guatemalteco, um dos jovens confrades recém-chegados.
Nos dois dias seguintes, os participantes avaliaram a implementação do Plano Sexenal 2023-2028 (estamos a meio do percurso). Cada comunidade estudou o documento orientador da vida da província, e as reflexões foram depois partilhadas e sintetizadas de acordo com as três zonas de pertença.
Na sexta-feira, dia 24, última manhã da assembleia provincial, os participantes debateram a proposta de unir a província comboniana da Etiópia às circunscrições do Egito-Sudão e da Eritreia.
O superior provincial presidiu à Eucaristia de encerramento, durante a qual dois irmãos – Mihretu Tundedo Lintamo e Marius Baïssa Atakpa – e dois escolásticos – Biruk Girma Ababa Haileyesus e Asmare Gawo Gebre – renovaram os seus votos temporários.
ITÁLIA
Pádua – «Na esteira da Laudato si’» – Aceitar os limites
(2.º encontro) – «Alterações climáticas e recursos hídricos»
O encontro, realizado na casa dos missionários combonianos de Pádua, no âmbito do terceiro ano do percurso «No sulco da Laudato si’», abordou o tema do impacto das alterações climáticas nos recursos hídricos, propondo uma reflexão que une as dimensões científica, ética e operacional. O ciclo de encontros, iniciado nos anos anteriores com o objetivo de repensar o conceito de bem-estar, concentra-se agora na «aceitação dos limites» como perspetiva necessária para enfrentar os desafios ambientais contemporâneos. (Para o primeiro encontro, realizado a 6 de fevereiro, sobre o tema Aceitar os limites – «A comida e o seu desperdício» – cf. FC 849, março de 2026, pp. 3-5).
A introdução à sessão deste segundo encontro (20 de março de 2026) ficou a cargo do padre Gaetano Montresor, que chamou a atenção para o valor universal da água, evocando tanto um provérbio africano como a encíclica Laudato si’ do Papa Francisco. Nesta última, a água é reconhecida como um direito humano fundamental e condição essencial para a vida, enquanto a sua crescente escassez e privatização representam uma grave injustiça, sobretudo para com as populações mais pobres. A referência aos dados das Nações Unidas – milhares de milhões de pessoas sem acesso à água potável e aos serviços de saneamento adequados – evidenciou a dimensão global da crise hídrica.
A primeira intervenção, de Mauro Marani, da Universidade de Pádua, apresentou uma análise científica do fenómeno, baseada em dados históricos e modelos climáticos. As observações a longo prazo não revelam um aumento significativo da frequência das secas, mas os modelos indicam uma intensificação crescente dos fenómenos extremos. O dado mais relevante é a rapidez das alterações climáticas atuais, sem precedentes na história observada. As infraestruturas existentes revelam-se frequentemente inadequadas face a estes novos cenários. Consequentemente, surge a necessidade de conceber intervenções que mantenham inalterado o nível de risco, apesar da mudança das condições climáticas.
Guido Zanovello, presidente da União Cristã de Empresários e Dirigentes de Pádua, propôs uma reflexão mais operacional, sublinhando a necessidade de «aceitar os limites» dos recursos hídricos através de uma utilização mais responsável e consciente. Devido às alterações climáticas, a chuva é frequentemente excessiva e destrutiva, enquanto escasseia precisamente nos momentos em que seria mais necessária. Perante esta realidade, é necessário repensar a gestão dos recursos, promovendo uma cultura ética da água e adotando soluções técnicas já disponíveis. Entre estas: a proteção dos aquíferos, a captação e reutilização das águas pluviais, a melhoria das redes de abastecimento de água e a reutilização das águas residuais. Zanovello destacou ainda o elevado desperdício de água em Itália e a fraca aplicação da regulamentação existente, indicando a necessidade de políticas mais eficazes e vinculativas. A água, bem público e limitado, deve ser reconhecida como pilar do desenvolvimento económico e social.
A intervenção final de Sofia Belardinelli, investigadora de pós-doutoramento no Politécnico de Milão, alargou a perspetiva, propondo uma reflexão ética sobre o significado da água como bem comum. Criticando a redução de todos os valores à dimensão económica, questionou o modelo do «homo oeconomicus» e sublinhou a importância de valores não utilitaristas, sociais e relacionais. A crise hídrica evidencia profundas desigualdades: entre o Norte e o Sul do mundo, entre quem tem acesso aos recursos e quem dela está excluído, e entre quem toma as decisões e quem sofre as consequências. Nesta perspetiva, a água não é apenas um recurso, mas uma condição para a vida e um bem comum global, que exige responsabilidade partilhada e respeito pelos limites ecológicos.
Em resumo, o encontro demonstrou que a crise hídrica não é apenas uma questão técnica, mas um nó que entrelaça dimensões ambientais, económicas e sociais. Repensar a relação com a água significa também rever os modelos de desenvolvimento e os critérios de justiça, reconhecendo que nem tudo pode ser reduzido a mercadoria e que a sustentabilidade exige uma profunda mudança cultural. (Padre Gaetano Montresor, mccj)
Pádua – «Na esteira da Laudato si’» – Aceitar os limites
(3.º encontro) – «Consumo energético e impacto do digital»
O encontro, realizado a 17 de abril de 2026 na casa dos combonianos de Pádua, abordou o tema do consumo energético e do impacto do digital, colocando em diálogo três perspetivas complementares: científica, experiencial e de valores. O objetivo comum foi compreender como a energia e a inovação tecnológica podem ser orientados para o bem comum, na consciência dos limites ambientais e sociais.
O Padre Gaetano Montresor introduziu a sessão, evocando o fio condutor de todo o ciclo: acolher os limites não como um obstáculo, mas como um recurso a ser vivido com responsabilidade e liberdade. A referência à encíclica Laudato si’ do Papa Francisco forneceu o quadro inspirador: a necessidade de uma transição energética urgente, a superação da dependência dos combustíveis fósseis e a promoção de uma ecologia integral que una a proteção ambiental e a justiça social. O desafio não é apenas tecnológico, mas profundamente cultural: é necessário repensar modelos de desenvolvimento, estilos de vida e critérios de decisão.
A intervenção do professor Marco Zanetti, da Universidade de Pádua, apresentou uma análise científica da relação entre inteligência artificial e consumo energético. A IA baseia-se em enormes quantidades de dados, algoritmos sofisticados e uma potência de cálculo crescente, o que requer infraestruturas imponentes, como os centros de dados. O processo de treino dos modelos é particularmente dispendioso em termos energéticos, enquanto a utilização diária, embora menos onerosa por operação individual, multiplica-se à escala global. Atualmente, o consumo energético da IA representa cerca de 1% da produção mundial, com uma quota significativa dispersa sob a forma de calor. A rápida expansão das aplicações e dos utilizadores faz com que este impacto esteja destinado a aumentar. Embora ainda não esteja fora de controlo, o fenómeno requer atenção e intervenções atempadas: desenvolvimento de tecnologias mais eficientes, modelos menos energeticamente intensivos, infraestruturas alimentadas por fontes renováveis e integração da IA nas políticas de redução de emissões. A IA, agora indispensável, suscita também implicações económicas e geopolíticas, tornando ainda mais urgente uma gestão sustentável do seu desenvolvimento.
Giulia Lorenzato (Infocamere) apresentou um exemplo concreto de boas práticas, ilustrando as medidas implementadas pelo grupo Infocamere para reduzir o consumo energético das suas instalações, em particular em Pádua. As ações empreendidas incidiram tanto na eficiência energética dos edifícios como na otimização da organização dos espaços e das infraestruturas tecnológicas. A introdução de fontes renováveis e a melhoria dos sistemas de aquecimento e refrigeração produziram resultados significativos, demonstrando que é possível conciliar sustentabilidade ambiental e conveniência económica. Esta abordagem empírica evidenciou como soluções já disponíveis podem ser aplicadas com sucesso, contribuindo concretamente para a redução do impacto climático.
A intervenção de Stefano Nassuato, da Universidade de Pádua, propôs uma leitura mais ampla e centrada nos valores, interpretando a crise climática como uma questão de justiça. A transição energética, de facto, não diz respeito apenas à redução das emissões, mas também à distribuição equitativa de custos, benefícios e impactos. As consequências das alterações climáticas afetam mais fortemente os grupos mais vulneráveis, enquanto os benefícios económicos do sistema energético tendem a concentrar-se em poucos intervenientes. Por isso, é necessário um novo modelo que integre equidade, participação e inclusão, através de regras e instrumentos capazes de redistribuir recursos e oportunidades.
Na comparação entre o modelo fóssil e o modelo renovável, surge uma mudança estrutural: enquanto o primeiro se baseia em grandes instalações centralizadas e num fluxo contínuo de combustíveis, o segundo valoriza recursos locais e gratuitos, favorecendo uma produção distribuída e uma maior autonomia dos territórios. Além disso, as energias renováveis podem ser implementadas mais rapidamente do que outras soluções, respondendo melhor à urgência climática. Neste contexto, assumem particular relevância as comunidades energéticas, que permitem aos cidadãos e às empresas tornarem-se protagonistas na produção e gestão da energia.
Em resumo, o encontro destacou que o desafio energético e digital exige uma abordagem integrada, capaz de conjugar inovação tecnológica, sustentabilidade ambiental e justiça social. Aceitar os limites significa orientar o desenvolvimento para formas mais equilibradas e inclusivas, nas quais o progresso não seja medido apenas em termos de eficiência ou crescimento, mas também de responsabilidade para com a «casa comum» e as gerações futuras. (Comunidade Laudato si’ – Pádua, e Grupo de Trabalho Colibri)
Dia de festa dos familiares combonianos do Véneto em Pádua
No domingo, 19 de abril de 2026, a comunidade comboniana de Pádua viveu com alegria um intenso momento de encontro com os familiares de vários confrades do Véneto, após dois anos de pausa devido às obras de reabilitação da casa. A estrutura, hoje renovada, foi significativamente destinada ao acolhimento de estudantes universitários com bolsas de estudo, como sinal concreto de atenção às necessidades da cidade e à vida dos jovens.
Cerca de oitenta pessoas participaram no encontro, marcado por um clima de família, serenidade e gratidão, articulado em momentos de acolhimento, partilha, celebração eucarística e almoço fraterno.
Desde o início, foi belo reencontrar-se, reconhecer-se e partilhar, falando da vida dos nossos familiares combonianos, presentes em Itália e em diversas missões pelo mundo.
No momento de partilha, animado pelo padre Gaetano Montresor, foram recordados os confrades que marcaram a história da comunidade de Pádua, alguns já regressados à casa do Pai, outros empenhados no serviço missionário em vários países. Emergiu com força a riqueza de uma ampla família missionária, que une o Véneto a tantos povos e Igrejas no mundo.
O padre Pietro Ciuciulla, superior provincial de Itália, expressou a sua gratidão aos familiares pelo apoio e pela proximidade à vocação dos seus entes queridos, recordando como a vocação missionária envolve frequentemente toda a família num único caminho de fé. Apresentou, em seguida, a realidade atual da província italiana, marcada pela fragilidade e pelo envelhecimento, mas ainda viva e generosa no serviço missionário, sobretudo na animação missionária, na pastoral juvenil, no acolhimento de migrantes, na promoção da paz, da justiça e da ecologia integral, em colaboração com a Igreja e a sociedade civil.
A celebração eucarística, animada pelos leigos missionários combonianos e presidida pelo padre Pietro, teve como ponto central o Evangelho dos discípulos de Emaús, sinal de um caminho que convida sempre a levantar-se, a recomeçar e a reconhecer o Senhor que acompanha com discrição e fidelidade o caminho de cada dia.
O dia terminou com um almoço fraterno vivido com simplicidade e alegria, onde o serviço mútuo e a partilha tornaram ainda mais evidente o espírito de família. O encontro deixou nos participantes um profundo sentimento de gratidão e comunhão. (Padre Gaetano Montresor, mccj).
NAP
Assembleia provincial em Cincinnati
Os missionários combonianos da província da América do Norte (NAP) reuniram-se para a sua assembleia provincial de 13 a 17 de abril na sede provincial de Cincinnati, Ohio. O superior provincial, padre Jorge Ochoa, deu as boas-vindas a todos os membros da província e aos três escolásticos reunidos para este importante encontro. No seu discurso de abertura, o padre Jorge apresentou o tema da assembleia: «Reavivar o fogo da paixão missionária».
Mons. Earl Kenneth Mário Fernandes, bispo de Columbus (Ohio), foi o orador convidado para a abertura da assembleia. A sua intervenção inseriu-se de forma significativa no tema do encontro, situando-se no contexto das novas iniciativas de evangelização da Igreja nos Estados Unidos. D. Mário Fernandes ilustrou as principais tendências, oportunidades e desafios ligados à nova evangelização, um processo no qual os missionários combonianos desempenham um papel fundamental.
A assembleia dedicou amplo espaço à partilha das diversas atividades pastorais levadas a cabo por cada comunidade da província. Além disso, o trabalho em grupo ofereceu uma oportunidade de discernimento sobre temas relevantes para a vida da província e do Instituto no seu conjunto.
A presença do vigário-geral, padre David da Costa Domingues, enriqueceu as discussões e o discernimento sobre as diversas questões que surgiram, num espírito de comunhão com o Instituto.
Foi ainda sublinhada a abertura ao Espírito no caminho que o Instituto está a trilhar com vista à unificação das circunscrições, com o objetivo de requalificar o nosso serviço missionário no Espírito de Cristo Ressuscitado e na paixão de São Daniel Comboni.
No que diz respeito à formação permanente, realizou-se uma reflexão sobre o tema: Formação sobre os limites nas relações com adultos, nas redes sociais e nas comunicações eletrónicas em 2026. Paola Muñoz, consultora em matéria de riscos na Praesidium – uma organização sem fins lucrativos que se dedica ao bem-estar dos menores – e há anos empenhada na prevenção de abusos, destacou as diversas áreas que requerem atenção para prevenir abusos nos contextos em que vivemos e exercemos o nosso ministério.
Fomos também honrados com a visita de Mons. Raphael P’Mony Wokorach, mccj, arcebispo de Gulu (Uganda), a quem agradecemos sinceramente. A sua breve visita deu-nos a oportunidade de entrar em contacto com outras realidades missionárias no Uganda.
ÁFRICA DO SUL
Renovação dos votos religiosos em Pietermaritzburg
No sábado, 25 de abril, os 15 escolásticos de Pietermaritzburg renovaram a sua consagração a Deus para missão, na presença do padre John Baptist Keraryo Opargiw, superior provincial da África do Sul. Quatro deles foram instituídos no ministério de leitor e três no de acólito. Foi uma celebração animada e rica em cores, à qual a comunidade comboniana de Pietermaritzburg se uniu juntamente com alguns paroquianos, amigos e religiosos das comunidades vizinhas.
A cerimónia foi o ponto alto de uma semana muito intensa passada no escolasticado, marcada pelas visitas canónicas dos dois superiores provinciais: o padre Andrew Bwalya, da província do Maláui/Zâmbia, e o padre John Baptist, da África do Sul.
O padre John Baptist conduziu um dia de retiro espiritual sobre o tema «A nossa vida consagrada hoje – desafios e oportunidades», detendo-se na beleza e no significado da vida consagrada e na nossa identificação com ela como autêntica vocação ao discipulado missionário. Além disso, alertou para o clericalismo presente em alguns escolásticos, que consideram a profissão religiosa apenas como uma fase transitória e não essencial, na expectativa do «verdadeiro objetivo»: a ordenação sacerdotal. Na sua homilia, aprofundou o que definiu como «a audácia divina do mandato missionário» – Ide por todo o mundo e proclamai o Evangelho – uma missão confiada com confiança a alguns discípulos frágeis e, hoje, também a nós. Por fim, encorajou todos os participantes a empenharem-se em ser homens de oração, com um profundo amor pela Palavra de Deus e pela Eucaristia.
Durante a semana, toda a comunidade do escolasticado participou também em conferências académicas no St. Joseph’s Theological Institute, em Cedara, sobre temas de grande atualidade, entre os quais: «A fé em ação – a resposta da Igreja às crises sociais em África»; «A Igreja como sinal de esperança – respostas da fé à violência e às desigualdades nas townships africanas»; «A feitiçaria em África – uma imaginação teológica da sua libertação»; «Inteligência artificial e fé em ação».
A semana foi verdadeiramente uma celebração frutífera do carisma comboniano, da consagração a Deus pela missão e do ministério na Igreja, além de um momento de profunda formação teológica. (Padre John Baptist Keraryo Opargiw, mccj)
OREMOS PELOS NOSSOS FALECIDOS
O PAI: David António, do padre David Octávio Aguilar Guzmán (BR)
A MÃE: Maria Ribeiro, do irmão José Eduardo Macedo de Freitas (P/U)
A IRMÃ: Lina, do padre Marillo Spagnolo (I); Anna, do padre Maneschg Johann (DSP); Maria Madalena, do padre Gregório Rodrigues dos Santos (P)
AS IRMÃS COMBONIANAS: Ir. M. Antonia Hailé Solomon (I); Ir. Frizzo Teresa (I); Ir. Espinosa González M. Carmen (I); Ir. Biasia Silvana (I); Ir. Comberlato M. Lucia (I)